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admin, Author at SunUp | Engenharia Sustentável https://sunupenergiasolar.com.br/author/admin/ Energia Solar - Salvador/Ba Sat, 04 May 2019 20:37:03 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://sunupenergiasolar.com.br/wp-content/uploads/2016/04/cropped-favicon-sunup-32x32.png admin, Author at SunUp | Engenharia Sustentável https://sunupenergiasolar.com.br/author/admin/ 32 32 Comissão do Senado autoriza uso do FGTS para financiar energia solar https://sunupenergiasolar.com.br/comissao-do-senado-autoriza-uso-do-fgts-para-financiar-energia-solar/ https://sunupenergiasolar.com.br/comissao-do-senado-autoriza-uso-do-fgts-para-financiar-energia-solar/#comments Sun, 28 Apr 2019 00:06:00 +0000 https://sunupenergiasolar.com.br/?p=3217 Empresas e instituições que utilizam energia elétrica proveniente de fontes renováveis em sua matriz energética poderão receber financiamento com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). É o que prevê o Projeto de Lei 524/2018 aprovado pela Comissão de Meio Ambiente do Senado (CMA) na última quarta-feira, 10 de abril. A proposta altera a Lei nº 8.036 de 1990 para viabilizar a aplicação de recursos do fundo em operações de crédito destinadas a projetos de geração a partir de fontes renováveis, determinando a aplicação de pelo menos 1% dos recursos do Fundo em operações de crédito destinadas a instituições que utilizem energia elétrica oriunda preponderantemente de usina fotovoltaica. A matéria seguirá agora para análise da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) onde receberá decisão terminativa.

A autora do projeto, senadora Rose de Freitas (Pode-ES), destacou em sua fala a importância da ampliação do uso de energia solar na matriz energética brasileira como forma de reduzir o uso de outras formas “mais agressivas ao meio ambiente”. Já o relator da proposta, senador Jaques Wagner (PT-BA), ampliou o incentivo também para pessoas jurídicas de direito privado, e não apenas exclusivamente para companhias. O objetivo do relator é contemplar também uma série de organizações que não ostentam a forma empresarial, mas que podem ser alcançadas pela proposta, a exemplo de instituições de ensino, saúde e cooperativas.

“Queremos viabilizar a ampliação do acesso a essas fontes por toda a população. Assim, haveria maior ganho ambiental, com maior geração de energia limpa, e mitigação dos impactos tarifários nos consumidores atendidos pelas distribuidoras”, avaliou Jaques Wagner no relatório.

Wagner ainda destacou os compromissos assumidos pelo Brasil no Acordo de Paris relacionados às energias renováveis: atingir participação de 45% de todas as energias renováveis na matriz energética em 2030; expandir o uso de fontes renováveis (exceto energia hídrica) na matriz total de energia para 28 a 33% de participação até 2030; e aumentar a participação de energia de biomassa sustentável (bioenergia) na matriz energética para 18% até 2030.

As informações são da Agência Senado

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Consumidores apostam na energia solar para economizar https://sunupenergiasolar.com.br/consumidores-apostam-na-energia-solar-para-economizar/ https://sunupenergiasolar.com.br/consumidores-apostam-na-energia-solar-para-economizar/#comments Thu, 14 Mar 2019 20:12:53 +0000 https://sunupenergiasolar.com.br/?p=2908 Imagina reduzir sua conta de luz em, no mínimo, 80%. O que é sonho para muitos tem sido alcançado por alguns consumidores por meio da energia solar. Com crescimento previsto de quase 100% para 2019, de acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a alteração da matriz energética tem se tornado um bom investimento para proprietários de imóveis e donos de comércios e indústrias (veja as projeções abaixo).

— Sempre tivemos problemas com o custo de energia. Ao construir a minha casa, não pensei na despesa com a conta de luz. Nos primeiros meses, tivemos gastos de até R$ 800. No verão, a conta foi para R$ 1.200. Compramos a ideia da energia solar e estamos notando a diferença. A conta, hoje, é de R$ 180 — festejou o construtor Marcone Severino da Silva, morador do Jardim Sulacap, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Marcone é um dos exemplos de consumidores que apostaram nas alterações propostas pelas empresas que atuam na troca da matriz energética. O procedimento requer um investimento inicial, com o cálculo base partido do metro quadrado das placas de captação da energia.

— Para realizar uma instalação, nós fazemos um projeto para o cliente e apresentamos todos os tipos de viabilidade. Sempre indicamos que o retorno do investimento acontece, na média, entre 3 a 6 anos, dependendo do tamanho do empreendimento — explicou Pablo D’ornellas, responsável pela Solfortes Engenharia Sustentável, que adiantou o tempo necessário para instalação.

— Estamos encontrando um entendimento maior com as distribuidoras de energia. Antes, a gente demorava de três a quatro meses para fazer a troca da matriz energética de um cliente. Esse tempo caiu para até 30 dias — festejou D’ornellas.

É possível compartilhar

Desde 2012, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estabeleceu a possibilidade de consumidores aderirem o sistema de créditos de energia solar. A base da distribuição funciona da seguinte forma: o usuário que possui uma matriz energética solar pode acumular toda a produção que não é utilizada durante o mês pela sua residência ou pelo imóvel comercial. Esse estoque poderá ser utilizado pelo “dono” da forma que ele considerar mais apropriada.

— É possível jogar os créditos de um dos imóveis que você possui para outro que não tem a área disponível para a instalação. Isso é possível. Se você tiver uma casa no campo e quiser compartilhar a energia que é produzida lá para outro imóvel, é algo viável de ser feito — explicou Pablo D’ornellas, responsável pela Solfortes.

Para calcular o excedente, o proprietário precisa instalar um relógio especial para registrar consumo. O compartilhamento é possível quanto os imóveis estão sob o mesmo CPF ou CNPJ, e estejam situados na área da mesma distribuidora de energia.

Sindicato tem programa para nova gestão

Com o crescimento da procura pela energia solar, o Sindicato da Indústria de Instalações Elétricas, Gás, Hidráulicas e Sanitárias do Rio de janeiro (Sindistal) tem disponibilizado a consumidores residenciais, empresas e indústrias a adesão ao Programa de Gestão em Eficiência Energética (PGEE).

— O PGEE não só reduz e otimiza o consumo de energia, mas também promove para a sociedade a consciência da necessidade do uso racional dela. Além disso, atua na busca de alternativas energéticas, mais sustentáveis e economicamente mais viáveis — disse Fernando Cancella, presidente do Sindistal.

Desde o 1º semestre de 2018, o PGEE passou a catalogar as empresas responsáveis por serviços de troca da matriz enérgica. Hoje, por meio da representação de empresas, é possível solicitar a análise da instalação de placas geradoras de energia solar e uma avaliação sobre os custos que envolvem a alteração.

Segundo o Sindistal, foi disponibilizada uma Central de Serviços com cerca de 130 empresas cadastradas, certificadas e tecnicamente aptas a prestarem serviços referentes ao PGEE. Do total, são 26 empresas de sistemas fotovoltaicos, 45 de sistema de energia elétrica e 68 de sistema a gás.

— Cada projeto desenvolvido dentro do PGEE visa contribuir para o aumento da produtividade e competitividade das empresas de nosso estado, mas também tem foco na redução do impacto ambiental promovido — concluiu Cancella.

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Energia solar e eólica mostra potencial para crescer no Brasil https://sunupenergiasolar.com.br/energia-solar-e-eolica-mostra-potencial-para-crescer-no-brasil/ https://sunupenergiasolar.com.br/energia-solar-e-eolica-mostra-potencial-para-crescer-no-brasil/#comments Thu, 14 Mar 2019 20:04:13 +0000 https://sunupenergiasolar.com.br/?p=2905 O desenvolvimento de energia solar e eólica deverá crescer no Brasil nos próximos 5 a 10 anos e, segundo alguns relatos, pode representar 8,12% e 0,95% do consumo de eletricidade no Brasil.

Em um relatório recente da mídia local O Globo, o custo do equipamento de energia solar deve cair em 50%, o que, por sua vez, impulsionará o crescimento da distribuição dos próprios consumidores.

Segundo o relatório de 2016 do World Energy Council, “a capacidade instalada global de eletricidade movida a energia solar apresentou um crescimento exponencial, atingindo cerca de 227 GWe no final de 2015. Ela produziu 1% de toda a eletricidade utilizada globalmente”.

“A Alemanha tem levado instalações capacidade fotovoltaica na última década e continua como líder seguido por China, Japão, Itália e Estados Unidos.” Todos Lating americano e do Caribe produziu 0,09 por cento em 2015, mas o Brasil tem grande potencial devido à ampla disponibilidade de recursos solares e, portanto, não precisam ser centralizados.

A superintendente de energia do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ( BNDES ), Carla Primavera, confirma o potencial de crescimento e diz que o mercado de energia renovável tem atraído grande interesse de investidores internacionais.

O BNDES foi o primeiro banco brasileiro a emitir Títulos Verdes, títulos lastreados em projetos de energia eólica e solar . Ela levantou US $ 1 bilhão – o equivalente a R $ 3,8 bilhões – para o setor, mas a demanda foi cinco vezes maior.

Antonio Bolognesi, da Opperman Engenheria e Consultoria (Opperman Engenharia e Consultoria) diz: “Em 2012, havia apenas uma usina fotovoltaica conectada ao sistema. Agora temos 40.000 a 50.000 conexões. Nos próximos 5 a 10 anos, chegaremos a um milhão.

Até agora, existem quase 600 parques eólicos e mais de 7.000 turbinas eólicas em doze estados diferentes. Demonstrando que a energia solar ainda tem uma presença emergente e espera-se que tenha um grande avanço.

O avanço das fontes de energia solar e eólica levanta discussões sobre a necessidade de manter os subsídios. Elbia Gannoum, presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), diz que a energia eólica logo ficará em segundo lugar na rede elétrica, superando a energia gerada pela biomassa.

Um dos muitos parques eólicos no Brasil, que deverão se tornar o segundo lugar na rede elétrica, a foto de recreação na internet.

No relatório O Globo, Já Rodrigo Sauaia, presidente da Associação Brasileira de Energia Solar, pede a criação de uma política para essa fonte de energia, por exemplo, em programas habitacionais e prédios do governo.

Ele também pede uma política industrial para fabricar módulos fotovoltaicos no país. Hoje, a carga tributária para a indústria chega a 50%, o que impossibilita competir com o produto importado.

Também deve ser levado em conta que, embora as condições para a energia solar fotovoltaica sejam favoráveis, a disseminação é restrita devido ao alto custo e à falta de desenvolvimento indígena .

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